The Spanish Council of Ministers will approve this Tuesday an emergency package of 165 million euros to respond to Ceuta's migration crisis. This amount comes despite Prime Minister Pedro Sánchez's promise that the situation would be resolved in 24 hours, something that did not materialize. The autonomous city continues to deal with the mass entry of immigrants that occurred on July 30 and 31, when approximately 72,000 people illegally entered Ceuta.
The 165 million is intended for the revitalization of the local economy and the strengthening of public services, affected by the migration crisis. This amount represents a direct injection of 80 million euros into Ceuta's economy over the next four months, while another 70 million is reserved for spending in 2027, totaling 150 million euros over an 18-month period.
Of the total package, 15 million will be destined for commerce and tourism, sectors that suffered a sharp decline in August, and 35 million for support to small and medium-sized enterprises and self-employed workers. Additionally, 15 million will be allocated to strengthening education, health and justice in the autonomous city.
This emergency package adds to the medium-term expansion of Ceuta's Comprehensive Socioeconomic Development Plan, an initiative in place since 2022 that has already mobilized 180 million euros. First Vice-President and Minister of the Economy Carlos Cuerpo visited Ceuta this week and committed to launching measures with impact to support the productive fabric as soon as possible.

O Conselho de Ministros espanhol vai aprovar esta terça-feira um pacote de emergência de 165 milhões de euros para responder à crise migratória de Ceuta, ainda por ultrapassar apesar da promessa de Sanchéz de que estaria resolvida em 24 horas. Este montante soma-se à futura ampliação, a médio prazo, do Plano de Desenvolvimento Integral Socioeconómico de Ceuta, conforme noticiado hoje pelo jornal El País e confirmado à EFE por fontes governamentais.
Cerca de 72.000 pessoas entraram em Ceuta ilegalmente
Ler Mais
Os 165 milhões de euros deste pacote de emergência económica e serviços básicos destinam-se a revitalizar a economia local e reforçar os serviços públicos, afetados após a entrada em massa de imigrantes em Ceuta nos dias 30 e 31 de julho, parte dos quais permanece na cidade.
Segundo o El País, o valor a ser aprovado na terça-feira visa atender à emergência do momento e não integra a ampliação do Plano Integral de Desenvolvimento Socioeconómico de Ceuta, iniciativa promovida pelo Governo central e pelo Governo autónomo desde 2022.
Este plano já mobilizou 180 milhões de euros, e o primeiro vice-presidente e ministro da Economia, Carlos Cuerpo, anunciou esta semana, durante visita a Ceuta, que o plano será ampliado.
Diferentemente desse plano, cuja ampliação está a ser negociada com parceiros sociais e representantes dos setores locais, o pacote a ser aprovado na terça-feira consiste em medidas de emergência que representarão uma injeção direta de 80 milhões de euros na economia de Ceuta nos próximos quatro meses, enquanto outros 70 milhões estão reservados para gastos em 2027. Dessa forma, a injeção económica direta totaliza 150 milhões de euros num período de um ano e meio.
Também serão destinados 15 milhões de euros para revitalizar o comércio e o turismo, setores que sofreram forte queda neste mês de agosto, além de 35 milhões em apoios para pequenas e médias empresas (PME) e trabalhadores autónomos. Além disso, o Governo também destinará 15 milhões para reforçar a educação, a saúde e a justiça na cidade autónoma.
O primeiro vice-presidente e ministro da Economia, Carlos Cuerpo, na sua visita a Ceuta esta semana, ocasião em que se reuniu com setores afetados , comprometeu-se a lançar medidas de impacto para apoiar o tecido produtivo com a maior rapidez possível.