The PS councilors in Estarreja City Council warned at the last meeting of the municipal executive about the need to reinforce the banks of the Antuã River, particularly at the points that suffered the most damage during the last winter.
The socialist elected officials recalled that the collapse of the right bank, caused by the floods at the end of 2025 and beginning of 2026, generated expenses of many thousands of euros for residents in restoring the banks and cleaning agricultural land. Although the repairs and cleaning carried out allowed farmers to cultivate their land again, the councilors warn that without complementary reinforcement work at critical points, the same areas will be damaged again.
The PS also drew attention to the strong silting of the river in the area between the Porto de Vacas bridge and the Quimigal sluice gates, considered a critical and historically problematic area, advocating for the removal of sand and accumulated vegetation in the riverbed to increase water retention capacity during floods.
In response, the Mayor, Isabel Simões Pinto, took stock of the work carried out after winter and informed that studies and projects are underway for a future technical intervention coordinated with the entities involved in the region's water management.
Os vereadores do PS na Câmara de Estarreja alertaram, na última reunião do executivo, para “a necessidade de uma intervenção de reforço nas margens do Rio Antuã”.
Os eleitos socialistas estarrejenses referiram que deverá ser feitas obras “em particular nos pontos que sofreram maior desgaste no último inverno”.
“Não devemos esquecer que o colapso da margem direita, causado pelas cheias no final de 2025 e início de 2026 acarretaram despesa de muitos milhares de euros para munícipes na reposição das margens e na limpeza dos terrenos agrícolas”, lembraram os vereadores do PS.
A reparação e limpeza feita permitiu aos agricultores cultivarem os seus terrenos mas se não forem executados “trabalhos complementares de reforço das margens nos pontos críticos” as mesmas zonas “voltaram a rebentar”, temem os eleitos socialistas, o que poderá destruir culturas e lançar depósitos de materiais transportados pelo rio para os campos.
No mesmo alerta, o PS chamou a atenção ainda para “o forte assoreamento do rio na zona entre a ponte do Porto de Vcas e as comportas da Quimigal”, conhecida por ser uma “zona crítica e historicamente problemática”, impondo-se a remoção de areia e vegetação acumulada no leito do ria para aumentar a capacidade de retenção de água aquando de cheias.
Os eleitos socialistas aconselharam que as obras a realizar quando antes devem ter em conta “a necessidade da existência de escapatórias de modo a evitar os problemáticos e dispendiosos rombos das margens”, questionando se existe alguma intervenção programada nesse sentido.
Em resposta, a presidente da Câmara, Isabel Simões Pinto, fez o balanço dos trabalhos realizados após o inverno, bem como de “estudos e projetos em curso para que no futuro possa haver uma intervenção técnica e articulada com as entidades envolvidas na respetiva gestão hidráulica da região”.
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