Os Sociais-Democratas suecos, partido de centro-esquerda, alcançou a liderança nas eleições com cerca de 28% dos votos apurados, num universo de aproximadamente 85% dos votos contados. O partido manifestou disponibilidade para formar coligações tanto com forças à esquerda como ao centro.
A votação revelou-se muito fragmentada, o que cria incerteza quanto ao cenário de governação. Esta fragmentação coloca desafios significativos para a formação de uma maioria estável no parlamento sueco.
O partido está assim aberto a negociar acordos com diferentes forças políticas, dependendo dos resultados finais e da composição do novo parlamento que resultar do escrutínio.


