O mundo encontrará a arte no RioFoto de creativeralph no Pexels
Negócios
Инвестиции
Coimbra

O mundo encontrará a arte no Rio

oglobo12 de setembro de 2026 às 04:04

As cidades mais competitivas do século XXI perceberam que o desenvolvimento econômico não depende apenas de infraestrutura, mas também de pessoas: talento, criatividade e capacidade de conectar indivíduos. O artigo destaca que o verdadeiro ativo do mercado da arte não está apenas nas obras em si, mas na capacidade de reunir artistas, galeristas, curadores, museus, colecionadores e público em um mesmo ambiente.

É por meio desses encontros que novos talentos são revelados, que reputações são construídas e que mercados se consolidam. A matéria enfatiza que o contato direto entre os diversos agentes do ecossistema artístico é fundamental para o funcionamento e crescimento desse setor.

O Rio de Janeiro é apresentado como uma cidade naturalmente vocacionada para esse tipo de encontro, devido às suas características históricas e culturais. Transformar essa vocação natural em uma estratégia deliberada de desenvolvimento seria, segundo a publicação, uma das maiores oportunidades para a cidade nos próximos anos.

Notícias relacionadas

Negócios

Deflação em agosto aumenta apostas em mais uma redução da taxa básica de juros na semana que vem

O IPCA de agosto registrou deflação de 0,32%, a maior em quatro anos, impulsionado por descontos na conta de luz e pela queda acumulada de três meses no grupo alimentação e bebidas. O resultado, acima das expectativas do mercado, reforçou as condições para o Banco Central reduzir a taxa Selic em mais 0,25 ponto na reunião do Copom da próxima semana. Economistas alertam, contudo, para riscos no radar, incluindo os efeitos do fenômeno El Niño sobre a economia.

oglobo12/09/26, 04:00
Negócios

Mucho más que un nuevo hospital

O novo Hospital Geral de Castellón está prestes a deixar de ser um projeto para se tornar realidade. O governo autorizou a contratação das obras com um orçamento superior a 474 milhões de euros e um prazo de execução de cinco anos. Trata-se provavelmente de uma das maiores intervenções de infraestrutura em Castellón em várias décadas. A necessidade de substituir e ampliar o hospital atual não é nova, já que as instalações, concebidas para outra realidade sanitária, tornaram-se pequenas e obsoletas perante o crescimento populacional e as novas necessidades assistenciais. O hospital atual prestou serviços essenciais a várias gerações de castellonenses, mas o tempo revelou as suas limitações.

El Periódico Mediterráneo - General12/09/26, 03:30
Negócios

Afinal o DN-M teve compaixão e não fez censura.

Este artigo de opinião no blog "Madeira Opina" critica duramente um texto anterior de Miguel de Sousa publicado no Diário de Notícias sobre a privatização da TAP. O autor desmonta ponto por ponto os argumentos de Miguel de Sousa, questionando a sua falta de conhecimento sobre o mercado da aviação comercial, as suas teorias sobre "raças aéreas" e a suposta compaixão de grupos como Lufthansa ou Air France/KLM pela insularidade. O texto analisa também a questão da regulamentação europeia da concorrência, o alegado plano da Iberia/BA para destruir o hub de Lisboa, a confusão entre a gestão aeroportuária da VINCI e o Estado francês, e a responsabilidade pelo modelo do Subsídio de Mobilidade. O artigo conclui que o Diário de Notícias não censurou o texto por compaixão editorial, e que a ideia de resolver a privatização da TAP com inteligência artificial é absurda.

Madeira Opina12/09/26, 02:09
Negócios

As isenções do SESARAM

O artigo aborda a recente implementação do controlo biométrico no SESARAM (Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira), criticando as isenções concedidas a certas especialidades médicas, como cirurgia plástica e dermatologia. O autor denuncia que médicos isentos não cumprem horários, chegando às 9h e saindo às 11h, enquanto outros funcionários são monitorizados rigorosamente. Denuncia também a existência de listas de espera prolongadas, trabalho extraordinário mal justificado e uma suposta desigualdade no tratamento entre médicos e outros profissionais de saúde. O autor culpa a administração e o conselho de administração pela situação, considerando que a evolução na carreira deveria ser igual para todos os funcionários.

Madeira Opina12/09/26, 02:03