“Os hospitais não são locais para agredir profissionais”
Mundo

“Os hospitais não são locais para agredir profissionais”

SAPO Notícias3 de setembro de 2026 às 10:54

O presidente da Associação Sindical Portuguesa de Médicos, Jorge Pimenta, defende que os hospitais não devem ser locais onde os profissionais de saúde são alvo de agressões. A sua posição é clara: é necessária tolerância zero perante qualquer forma de violência dirigida aos trabalhadores do setor da saúde.

Jorge Pimenta tem vindo a afirmar a necessidade de reforçar a prevenção da violência no setor da saúde. Esta defesa surge no contexto de preocupações crescentes com a segurança dos profissionais médicos e enfermeiros no exercício das suas funções.

A posição do sindicalista reforça um alerta que tem sido levantado por diversas organizações do setor sobre a importância de criar ambientes de trabalho seguros para quem trabalha nos serviços de saúde.

Notícias relacionadas

Mundo

Brasil, a eleição que sentimos

O artigo analisa a proximidade única entre Portugal e o Brasil, salientando que a eleição brasileira de 4 de outubro é seguida em Portugal como um "drama" doméstico, não apenas como notícia internacional. Com 574 mil brasileiros a viver em Portugal e investimentos significativos de empresas portuguesas como a Galp, EDP e Mota-Engil no Brasil, o resultado eleitoral terá impacto direto no câmbio, concessões e confiança económica portuguesa. O artigo distingue ainda que Lula tende a ver Portugal como parceiro estratégico, enquanto o bolsonarismo procura validação em Washington, e alerta que o próximo presidente brasileiro influenciará também o futuro do Mercosul e o acesso das exportações portuguesas ao mercado sul-americano.

Jornal Económico04/09/26, 00:14
Mundo

Cinco anos depois de Cabul, o Afeganistão continua à espera

Cinco anos após a tomada de Cabul pelos talibãs em agosto de 2021, o Afeganistão permanece em grande parte ausente do escrutínio internacional, apesar das consequências profundas da retirada ocidental. O país continua a ser o único onde mulheres e raparigas estão excluídas do ensino, com 2,4 milhões impedidas de estudar, e enfrenta uma crise humanitária com mais de 22 milhões de pessoas necessitando de assistência. O artigo argumenta que a intervenção militar do Ocidente falhou não apenas na sua execução, mas na construção de instituições que pudessem sobreviver à sua partida, e que a responsabilidade ocidental não terminou com a retirada das tropas. Defende um envolvimento diplomático sem legitimação do regime talibã, apoio humanitário e à sociedade civil, garantindo oportunidades educativas para raparigas, enquanto reconhece que o futuro do Afeganistão deve ser decidido pelos próprios afegãos.

Jornal Económico04/09/26, 00:13
Mundo

Cuidar da saúde ou cuidarem-nos da saúde? Eis a questão

Um artigo de opinião analisa os desafios do sistema de saúde em Portugal, questionando se o problema se resume à falta de médicos. O texto argumenta que tanto o setor público como o privado enfrentam dificuldades crescentes de acesso, e sugere que parte do problema reside na organização dos recursos, na burocracia excessiva e no comportamento dos utilizadores, que tendem a utilizar os serviços de saúde de forma mais frequente mesmo quando não é necessário. O autor defende que são necessárias melhores gestão, maior literacia em saúde, processos mais eficientes e maior responsabilidade individual para enfrentar a pressão crescente sobre o sistema.

Jornal Económico04/09/26, 00:11
Mundo

Mais crianças do que mulheres em casas-abrigo

Pela primeira vez em Portugal, o número de crianças acolhidas em casas-abrigo devido a situações de violência doméstica ultrapassou o número de mulheres, tornando-se a maior fatia de vítimas atendidas nestes equipamentos. Este dado representa uma mudança significativa no perfil das vítimas de violência doméstica e levanta questões sobre o impacto da violência familiar nas crianças e a eficácia dos mecanismos de proteção e identificação precoce destes casos.

Observador04/09/26, 00:10