O número de crianças acolhidas em casas-abrigo é agora superior ao número de mulheres que procuram estes mesmos espaços. Esta situação representa uma mudança significativa no perfil das vítimas de violência doméstica atendidas nestas estruturas de acolhimento.
Esta é a primeira vez que as crianças representam a maior fatia de vítimas acolhidas por situações de violência doméstica. Anteriormente, as mulheres eram o grupo mais numeroso entre os acolhidos nestas casas.
A mudança reflete um aumento no número de crianças que necessitam de proteção e acolhimento face a situações de violência no contexto familiar. Este dado surge no âmbito do acompanhamento de casos de violência doméstica em Portugal.




