O pensamento crítico tornou-se a competência mais valorizada no mercado de trabalho durante a era da inteligência artificial. Esta tendência foi identificada pela empresa de consultoria de recursos humanos Korn Ferry, que realizou um estudo sobre as competências mais procuradas pelos responsáveis pela captação de talento.
Segundo o estudo, aproximadamente três em cada quatro responsáveis pela captação de talento consideram o pensamento crítico como a principal competência que procuram nos candidatos. Esta preferência reflete a necessidade crescente de profissionais capazes de enfrentar desafios complexos num ambiente profissional em rápida transformação.
A Korn Ferry identificou cinco exercícios específicos que podem ajudar os profissionais a desenvolver esta competência. Estes exercícios focam-se em três áreas principais: questionar respostas estabelecidas, reconhecer padrões de pensamento e resolver problemas que ainda não têm uma solução conhecida.
Esta valorização do pensamento crítico surge num contexto em que muitas tarefas rotineiras estão a ser automatizadas pela inteligência artificial. Assim, as empresas procuram candidatos que consigam complementar as capacidades tecnológicas com competências humanas únicas, como a análise aprofundada, o pensamento independente e a capacidade de resolver questões complexas e unprecedentedas.



