Between January and June 2026, "fake accident" scams caused accumulated losses of 72,540 euros to victims in Portugal, a figure already close to the total recorded during the entire year of 2025, which was 77,480 euros. The Republican National Guard warned about the growing sophistication of these crimes and predicts that the financial impact of 2026 will far exceed that of the previous year.
The GNR recorded 30 complaints of this phenomenon in the first semester, representing an increase of 15.4% compared to the 26 cases reported in the same period of 2025. The district of Faro leads the incidence with six occurrences, followed by Lisbon, Porto, Viseu and Beja. In one of the recorded cases, the loss reached 15,450 euros.
In these crimes, suspects simulate non-existent collisions to demand immediate payments and directly access victims' cards and bank codes. The GNR emphasized that scammers use new extortion methods, which has contributed to the substantial worsening of losses.
Suspects deliberately choose drivers over 60 years old as targets, exploiting their emotional vulnerability, fear of legal complications and lesser familiarity with electronic payment methods, targeting a public that typically holds greater immediate financial availability.
Na primeira metade de 2026, as burlas por “falsos acidentes” causaram um prejuízo acumulado de 72.540 euros às vítimas, perto do valor total de 2025 (77 480 euros), disse a hoje Guarda Nacional Republicana (GNR).
Num comunicado, a GNR alertou para a “crescente sofisticação” da simulação de acidentes de viação, tendo sido registado um caso em que o prejuízo atingiu 15.450 euros.
A dimensão dos prejuízos revela “um agravamento substancial”, sublinhou a Guarda, impulsionado pela utilização de novos métodos de extorsão e pelo acesso direto aos cartões e códigos bancários dos lesados
A GNR prevê que o impacto financeiro global de 2026 “venha a ultrapassar largamente” o do ano passado.
Entre janeiro e junho, a Guarda contabilizou 30 denúncias deste fenómeno, o que representa um aumento de 15,4% face aos 26 casos reportados em igual período de 2025.
O distrito de Faro lidera a incidência em 2026 com seis ocorrências, seguindo-se Lisboa, Porto, Viseu e Beja.
Neste crime, os suspeitos simulam colisões inexistentes para exigir pagamentos imediatos e aceder a contas bancárias das vítimas.
“A escolha deliberada de condutores com mais de 60 anos constitui uma estratégia central dos burlões”, sublinhou a GNR.
“Os suspeitos exploram a vulnerabilidade emocional, o receio de complicações legais e a menor familiaridade com métodos de pagamento eletrónico, visando um público que tipicamente detém maior disponibilidade financeira imediata”, acrescentou a Guarda.
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