The United States again pressured European allies on Defense spending and access to their military bases, as part of the review of the American military presence in Europe that could determine the future size of US troops and capabilities on the continent. Pentagon Deputy Secretary Elbridge Colby met with the 32 NATO ambassadors to test allies' support for American Defense priorities, in a new stage of the process called "NATO 3.0", which aims to reduce the US burden in Europe's conventional defense and accelerate the transfer of responsibilities to European allies.
The review, which is expected to last six months, was announced in June by US Defense Secretary Pete Hegseth during a NATO ministerial meeting. The process will evaluate the number of American military personnel deployed on the European continent and the military assets made available by the United States to the Atlantic Alliance, such as fighter jets, warships, or bombers. Colby said that "we need to be able to operate effectively; we need predictability."
The assessment comes after several NATO countries, including France, Italy, and Spain, limited access to their airspace and American bases related to the war between the US and Israel and Iran. The Pentagon sent allies this month a document with "terms of reference" and, previously, distributed a questionnaire on topics ranging from military spending to American foreign policy.

Os Estados Unidos voltaram a pressionar os aliados europeus sobre os gastos em Defesa e o acesso às suas bases militares no âmbito da revisão da presença militar norte-americana na Europa, que poderá determinar a dimensão futura das tropas e capacidades dos Estados Unidos no continente, e que pretende acelerar a transferência de responsabilidades para os aliados europeus.
Durante uma reunião com os 32 embaixadores da NATO, o vice-secretário do Pentágono, Elbridge Colby, procurou testar o apoio dos aliados às prioridades de Defesa norte-americanas, numa nova etapa do processo lançado por Washington para reduzir o peso dos EUA na defesa convencional da Europa, denominada ‘NATO 3.0‘.
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A revisão “incentivará, viabilizará e impulsionará uma transição para uma defesa convencional mais duradoura e poderosa do continente, liderada pela Europa”, assinalou Colby, citado pelo Politico.
A revisão, que deverá prolongar-se durante seis meses, foi anunciada em junho pelo secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth, durante uma reunião ministerial da NATO.
O processo deverá avaliar o número de militares norte-americanos destacados no continente e os meios militares disponibilizados pelos Estados Unidos à Aliança Atlântica, como caças, navios de guerra ou bombardeiros. “Precisamos de ter capacidade para operar eficazmente; precisamos de previsibilidade”, vincou o vice-secretário do Pentágono.
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A avaliação surge depois de vários países da NATO, incluindo França, Itália e Espanha, terem limitado o acesso ao seu espaço aéreo e bases norte-americanas relacionadas com a guerra entre os EUA e Israel e o Irão.
O Pentágono também enviou este mês aos aliados um documento com “termos de referência” e, anteriormente, distribuiu um questionário sobre temas que vão dos gastos militares à política externa norte-americana, de acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto, citada pelo mesmo jornal.