The United States Central Military Command (Centcom) declared the Strait of Hormuz open to international maritime traffic, after American forces successfully removed the maritime mines that had been placed in the waterway months earlier by Iran's Islamic Revolutionary Guard Corps. Centcom commander, Admiral Brad Cooper, announced that the maritime routes are now mine-free, praising the work of the Armed Forces in an operation that took place under circumstances described as challenging and dangerous.
The operations featured the participation of more than 20 warships and hundreds of aircraft, in a context where approximately 50,000 soldiers are enforcing a blockade against Iran, preventing it from exporting oil from its ports. According to Cooper, no ship entered or left an Iranian port without American authorization, and passages were only allowed for humanitarian reasons. On the same date, August 27, Centcom announced that it had diverted 75 commercial ships, disabled three and boarded two to ensure compliance with the blockade.
In parallel, US President Donald Trump published on the Truth Social platform a map of the Strait of Hormuz declaring it as new American territory, alongside the flags of Puerto Rico, the Federated States of Micronesia and the Marshall Islands, among other territories.
The Secretary-General of the International Maritime Organization (IMO), Arsenio Domínguez, warned that the strait remains unsafe and urged shipowners and shipping companies to avoid the crossing. Domínguez noted that nearly six thousand crew members are trapped in the conflict zone for almost six months, with no possibility of withdrawal, and that approximately 70 vessels were attacked and 20 maritime workers died as a result of the conflict between the United States, Israel and Iran.

O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelo Médio Oriente, declarou o estreito de Ormuz aberto depois de as forças norte-americanas terem removido as minas marítimas da via navegável.
“As rotas marítimas internacionais e reconhecidas no estreito estão livres de minas marítimas iranianas graças ao trabalho incrível das Forças Armadas”, disse o comandante do Centcom, almirante Brad Cooper, na quinta-feira 27 de agosto.
“Removemos com sucesso as minas marítimas das rotas marítimas internacionais do estreito, colocadas há meses pela Guarda Revolucionária Islâmica do Irão”, acrescentou Cooper, num vídeo, publicado na véspera do sexto mês do conflito.
As circunstâncias das operações são “desafiantes e perigosas, para dizer o mínimo (…) mas conseguimos concluir a tarefa”, acrescentou o almirante.
Segundo Cooper, mais de 20 navios de guerra e centenas de aeronaves participaram nas operações no estreito de Ormuz, e cerca de 50 mil soldados estão a impor um bloqueio contra o Irão, impedindo-o de exportar petróleo dos seus portos.
“Nenhum navio entrou ou saiu de um porto iraniano sem a nossa permissão, e só permitimos a passagem de embarcações por razões humanitárias”, afirmou.
Horas antes, o Centcom anunciou nas redes sociais que tinha impedido 75 navios de atravessar o estreito de Ormuz, devido ao bloqueio decretado por Washington aos portos do Irão.
“Os Estados Unidos [EUA] continuam a aplicar o bloqueio contra o Irão. À data de 27 de agosto, as forças do Centcom desviaram 75 navios comerciais, inutilizaram três e abordaram dois para garantir o cumprimento”, afirmou o comando.
Também na quinta-feira, o Presidente dos EUA, Donald Trump, publicou um mapa do estreito de Ormuz na plataforma que detém, Truth Social, declarando-o como um novo território norte-americano.
Ao lado das bandeiras de Porto Rico, dos Estados Federados da Micronésia e das Ilhas Marshall, entre outras, o líder acrescentou a passagem marítima estratégica para o comércio global de gás e petróleo localizada no Médio Oriente.
No mesmo dia, o secretário-geral da Organização Marítima Internacional (OMI), Arsenio Domínguez, alertou que o estreito de Ormuz continua inseguro e exortou os armadores, operadores e companhias de navegação a evitarem a travessia até estar garantida a segurança.
Arsenio Domínguez observou, numa entrevista à agência Efe, que quase seis mil tripulantes estão presos na zona de conflito há quase seis meses, sem possibilidade de retirada, enquanto cerca de 70 embarcações foram atacadas e 20 trabalhadores marítimos morreram na sequência do conflito entre os Estados Unidos, Israel e Irão.
“A minha mensagem para os armadores e operadores, incluindo as companhias de navegação, é que, em primeiro lugar, realizem avaliações de risco, mas, acima de tudo, evitem transitar pelo estreito de Ormuz”, advertiu.