A Spinumviva afundou sem Montenegro, tendo a empresa entrado em declínio após a saída do primeiro-ministro. Esta situação contrasta com os milhões acumulados pela família Júdice, que se encontra sob análise.
A ministra da Justiça surge como uma das figuras com maior atividade empresarial, detendo participações em 10 empresas. Esta situação contrasta com a de outros membros do governo que decidiram ceder as suas quotas em diversas sociedades.
O artigo apresenta um raio-X às empresas dos políticos, revelando os interesses empresariais que muitos governantes mantêm ou abandonaram. A análise mostra diferentes abordagens entre os membros do executivo relativamente aos seus negócios.




