Relatórios da Polícia Federal apontam “participação dolosa” e “manifesta autoridade” de Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master, nas operações fraudulentas entre a instituição e o BRB que ocorreram entre 2024 e 2025. Os documentos ficaram públicos após a retirada do sigilo de parte das investigações do caso Master, determinada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, ao ministro André Mendonça, relator dos inquéritos.
A defesa de Augusto Lima rechaçou as informações contidas nos relatórios da PF. Em nota, os advogados afirmaram que ele deixou a sociedade e a direção do Banco Master em 28 de maio de 2024, antes do período investigado. A defesa reafirmou que não há fundamento para atribuir a Lima os ilícitos mencionados e manifestou confiança de que a investigação será conduzida de forma técnica e isenta.
Augusto Lima é um empresário baiano dono do Credcesta, um cartão de benefícios voltado a servidores públicos municipais e estaduais. O Credcesta teve origem na Bahia e posteriormente se expandiu para outros estados.




