O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, utilizou a administração pública para garantir apoio político através de benefícios no Maracanã. Além de lotear sua gestão com indicações políticas, ele incluiu no contrato de concessão do estádio uma cláusula que beneficiava sua base aliada.
A cláusula determina que o consórcio formado por Flamengo e Fluminense seja obrigado a ceder sete camarotes ao Estado do Rio de Janeiro. Esses camarotes representam um valor significativo, com custos anuais de aluguel variando entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão por unidade.
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