Uma organização sarauí denunciou a atuação de Marrocos em Ceuta. A denúncia foi apresentada em Lisboa pelo presidente da AFAPREDESA, associação que representa familiares de presos e desaparecidos sarauís.
Durante a acusação, o presidente da AFAPREDESA imputou a Marrocos práticas de tortura e desaparecimentos forçados no contexto do conflito do Saara Ocidental.
Além disso, Marrocos foi acusado de bloquear visitas de organizações internacionais ao Saara Ocidental, incluindo missões da Organização das Nações Unidas e da Cruz Vermelha Internacional.
A situação ocorre no âmbito da disputa territorial entre Marrocos e o povo sarauí sobre o controle do Saara Ocidental, território que é considerado um dos maiores problemas de descolonização pendentes em África.




