Na ofensiva para conquistar o voto evangélico, a campanha do presidente Lula, do PT, começou a distribuir entre aliados um "santinho virtual" voltado aos eleitores religiosos. As peças pedem que os evangélicos usem a fé e a razão na escolha e trazem frases como "Não é pecado votar em Lula", "Minha fé é em Cristo, meu voto é em Lula" e "Evangélicos com Lula e Alckmin".
Interlocutores da campanha disseram à CBN que a estratégia busca ampliar o diálogo com esse eleitorado e repetir uma iniciativa adotada pelo PT em 2022, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro tinha maioria nas pesquisas entre os evangélicos, assim como o filho e candidato à presidência, Flávio Bolsonaro.
Desde o início de setembro, movimentos e entidades evangélicas passaram a declarar apoio público à reelection de Lula. Entre eles estão o Movimento Evangélico Progressista e o Comitê Evangélico Unificado, que divulgaram carta em defesa da autonomia do Estado laico.




