O Presidente norte-americano, Donald Trump, participaram numa cerimónia no Pentágono para commemorate o 25.º aniversário dos ataques de 11 de setembro de 2001, garantindo que os Estados Unidos "nunca esquecerão" os atentados que mataram 2.977 pessoas. Trump nasceu em Nova Iorque, mas optou por participar na homenagem na sede do Departamento de Defesa em vez do "Ground Zero" em Manhattan, onde esteve o vice-presidente JD Vance, todos os ex-presidentes vivos do país e o presidente da câmara de Nova Iorque.
Durante o seu discurso, Trump defendeu a guerra iniciada pela sua administração contra o Irão, prometendo que a República Islâmica nunca obterá uma arma nuclear. O Secretário da Defesa, Pete Hegseth, também apoiou a guerra ao afirmar que a pressão económica sobre o Irão "aumenta todos os dias" e que os Estados Unidos mantêm o "controlo" do estreito de Ormuz.
Os ataques de 2001, perpetrados pela Al-Qaida, provocaram cerca de 3.000 mortos e desencadearam a chamada "guerra contra o terrorismo", bem como a invasão norte-americana do Afeganistão. Foi a única vez que o artigo 5.º da NATO, que prevê a cláusula de solidariedade entre países membros, foi ativado.
Trump procurou deixar uma nota de esperança ao afirmar que "o 11 de setembro recordou-nos o terrível poder do ódio" mas que "os 25 anos que se seguiram mostraram-nos o poder ainda maior do espírito americano para resistir e prevalecer". Os Estados Unidos estão há mais de seis meses em guerra contra o Irão, que não conseguiu atingir o objetivo declarado de derrubar o regime dos aiatolas.




