A CCPJ manifestou-se contra a presença de representantes do poder político no Conselho Consultivo da agência de notícias portuguesa. A posição do regulador surge no âmbito de um parecer sobre a estrutura de governação da agência noticiosa.
O órgão regulador defende que o Conselho Consultivo deve ser pequeno e independente, afastado de qualquer influência política. Esta posição insere-se num debate mais amplo sobre a independência editorial das agências de notícias.
A CCPJ argumenta que o principal objetivo deste órgão deveria ser o escrutínio da atividade da agência, garantindo que a mesma cumpre os padrões jornalísticos e deontológicos. A proteção da liberdade editorial surge como uma das preocupações centrais nesta defesa.
O parecer da CCPJ surge num momento em que se discute a remodelação dos órgãos de gestão e consulta da agência, que é a principal fonte de informação noticiosa para os media portugueses.




