O artigo explora o conceito de confiança como infraestrutura, questionando como esta funciona na era digital e moderna. A reflexão central parte da premissa de que a confiança pode ter deixado de ser algo que se percebe intuitivamente.
Segundo o texto, quando a confiança não pode ser percecionada, torna-se necessário demonstrá-la através de mecanismos concretos. O artigo sugere uma transição da reputação para a prova como base para a confiança.
Esta mudança implica a implementação de sistemas de verificação que incluem identidades verificadas, acessos registados e proveniência documentada. O artigo apresenta estas três componentes como elementos essenciais para substituir a perceção tradicional de confiança.
O texto funciona como uma reflexão ou provocation sobre a transformação dos mecanismos de confiança na sociedade contemporânea, sugerindo que a verificação e a documentação substituíram formas mais orgânicas de estabelecer relações de confiança.




