O combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo transformou profundamente as regras do setor bancário. Esta mudança alterou fundamentalmente a forma como as instituições financeiras operam e gerem os seus clientes.
Nuno Sousa, da empresa Claranet, identifica três alterações estruturais que foram introduzidas desde 2001 e que moldaram o sistema financeiro. Estas mudanças representam uma rutura com o modelo bancário tradicional.
A vigilância bancária tornou-se mais intensa, passando as instituições a ser responsáveis não apenas pelos seus clientes diretos, mas também pelos clientes dos seus clientes. Esta extensão de responsabilidade reflete a crescente pressão regulatória sobre o setor.
As novas regras de compliance impostas pelo combate ao branqueamento e financiamento do terrorismo obrigaram os bancos a implementar procedimentos mais rigorosos de verificação e monitorização, alterando permanentemente a dinâmica do sistema financeiro.




