A Organização Meteorológica Mundial alertou que o fumo dos incêndios extremos triplicou desde os anos 90, agravando significativamente os riscos para a saúde humana em todo o mundo. Este aumento está diretamente relacionado com as alterações climáticas e a intensificação dos fenómenos meteorológicos extremos.
A organização refere que as alterações climáticas e a poluição atmosférica se reforçam mutuamente, criando um ciclo negativo que agrava a qualidade do ar. Esta interação entre os dois problemas ambientais amplifica os efeitos nocivos para a população.
O aumento da exposição a partículas tóxicas, ozono e outros contaminantes representa uma ameaça crescente para a saúde pública. As populações em todo o mundo enfrentam riscos acrescidos de doenças respiratórias e cardiovasculares devido a esta exposição intensificada.




