Wall Street abriu a sessão em terreno negativo, com o índice Dow Jones a perder 0,73% para 52.402,57 pontos, o S&P 500 a cair 0,29% para 7.652,06 pontos e o Nasdaq a descer 0,30% para 26.339,87 pontos. Entre as empresas que mais recuaram estavam a UnitedHealth, com uma descida de 1,96%, a Nike, que caiu 1,97%, a P&G, que derrapou 1,91%, a Goldman Sachs, que deslizou 1,72%, e a Walt Disney, que recuou 1,51%. Em sentido contrário, a Chevron subiu 2,39%, a Salesforce ganhou 1,43%, a IBM aumentou 0,88%, a Cisco somou 0,24% e a Boeing avançou 0,23%.
A queda das bolsas foi impulsionada pelo aumento do preço do petróleo, com o barril de Brent a atingir os 100 dólares e o texano WTI a fixar-se nos 95,70 dólares, numa subida de 2,79% e 2,88% respectivamente. Esta escalada dos preços está relacionada com o agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente, a que se soma uma subida acima do esperado dos preços no produtor na China.
O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, referiu que o mercado aguarda com expectativa a apresentação de novos iPhones da Apple. No setor tecnológico, a Meta Platforms lançou um assistente de IA chamado "Muse", que promete automatizar tarefas como compras online, compra de bilhetes de cinema, agendamento de consultas e preenchimento de formulários, estando disponível numa fase inicial para utilizadores nos Estados Unidos.
A envolvente macroeconómica traz receios de maior agressividade nas políticas monetárias dos Bancos Centrais, na véspera do BCE se pronunciar, com o mercado a antecipar uma subida de 25 pontos base nas taxas de juro para a Zona Euro. No mercado cambial, o euro valorizou 0,22% face ao dólar, fixando-se nos 1,1649 dólares.




