Maria da Graça Carvalho, ministra, defende a manutenção da posição acionista do Estado na REN (Rede Elétrica Nacional). A titular da pasta argumenta que esta posição é fundamental para acelerar os investimentos na rede elétrica portuguesa.
A defesa desta posição surge no contexto do impulso às energias renováveis. A ministra entende que o controlo estatal na REN permite dinamizar de forma mais eficaz a transição energética e a integração de fontes renováveis no sistema elétrico nacional.
Segundo Maria da Graça Carvalho, a posição acionista do Estado acresce um instrumento de intervenção aos mecanismos já existentes. Estes mecanismos incluem a aprovação dos planos de desenvolvimento e investimento, bem como a regulação independente do setor.
A argumentação da ministra sustenta que a combinação destes instrumentos permite ao Estado ter maior capacidade de intervenção e orientação estratégica no desenvolvimento da infraestrutura elétrica do país.



