Os preços da gasolina e do gasóleo já ultrapassaram os 2 euros, afetando diretamente os consumidores portugueses. A organização de defesa do consumidor DECO PROteste manifestou-se contra esta situação e defendeu medidas mais abrangentes por parte do Governo.
A DECO PROteste considerou que o Executivo deve ir além da chamada neutralidade fiscal, ou seja, não se deve limitar a absorver os aumentos através de ajustes nos impostos. A organização defendeu que o Governo deve assumir diretamente parte do esforço através da despesa pública.
Neste contexto, a DECO PROteste reivindicou um corte maior no Imposto Sobre Produtos Petrolíferos, o ISP, que é o imposto que incide sobre os combustíveis. Além disso, a organização defendeu a implementação de apoios diretos às famílias para mitigar o impacto destes aumentos nos orçamentos domésticos.



