O acréscimo fiscal do consumo diminuiu em quase 700 milhões de euros. Esta quebra representa uma redução significativa na receita de impostos sobre o consumo em comparação com períodos anteriores.
O abrandamento nas receitas de impostos sobre o consumo inclui quebras de receita no ISP, relativo a produtos petrolíferos, e no imposto sobre o tabaco. Estes dois setores contribuíram de forma expressiva para a redução global da receita fiscal.
Até julho, o ganho fiscal ficava 79% abaixo do registado um ano antes. Esta queda abrupta indica um arrefecimento na atividade de consumo que tem impacto direto nas receitas do Estado.
O cenário reflete uma tendência de menor crescimento económico e possível redução do consumo interno, com consequências para as finanças públicas portuguesas.




