Líder da UNITA acusa regime de intensificar intolerância política em Angola
Política
Инвестиции

Líder da UNITA acusa regime de intensificar intolerância política em Angola

Correio da Manhã4 de setembro de 2026 às 19:56

O líder da UNITA, principal partido de oposição em Angola, accusou o regime de intensificar a intolerância política no país. Adalberto da Costa Júnior criticou duramente as ações do governo contra manifestações pacíficas.

Costa Júnior realçou o que denominou de "irracional brutalidade" da Polícia Nacional angolana no tratamento de manifestações pacíficas. As acusações surgem num contexto de tensão política crescente entre o partido no poder e a oposição.

O episódio insere-se numa série de confrontos entre forças de segurança e partidos da oposição em Angola. A UNITA tem sido uma das vozes mais críticas em relação à forma como o governo lida com a dissidência política.

Não foram fornecidos detalhes específicos sobre quais manifestações ou incidentes concretos motivaram as declarações do líder da UNITA. O partido continua a exigir maior respeito pelos direitos civis e pela liberdade de expressão em Angola.

Notícias relacionadas

Política

Governo acusa Chega de "coreografia política"

O Governo português acusou o Chega de promover uma "coreografia política" com a moção de censura que entregou no Parlamento. O primeiro-ministro indicou que só voltará a falar sobre o assunto na terça-feira, adiando qualquer pronunciamento oficial. O Presidente da República, por sua vez, vai acompanhar durante as férias a discussão e votação da moção de censura.

RTP Notícias04/09/26, 20:50
Política

Sob aplausos e protestos, Giorgia Meloni celebra longevidade recorde no poder e defende 'estabilidade' como sua maior conquista

Giorgia Meloni celebrou em Bari, às margens do mar Adriático, o recorde de longevidade no poder como primeira-ministra da Itália, completando 1.413 dias à frente do governo — a maior permanência desde o fim da Segunda Guerra Mundial, superando a segunda gestão de Silvio Berlusconi (2001-2005). O evento foi marcado tanto por aplausos de apoiadores quanto por protestos nas ruas. A premier definiu a "estabilidade" como "a nossa primeira grande reforma", afirmando que a Itália "deixou de ser o caso quente da Europa", e destacou que o julgamento de seu governo virá dos italianos que ainda a apoiam.

oglobo04/09/26, 20:43
Política

Concurso público de publicidade institucional em Famalicão levada à ERC por excluir uma das rádios do concelho

A empresa Editave Multimédia, proprietária da Fama Rádio, Famatv e do jornal digital Opinião Pública, apresentou uma denúncia formal à ERC contra o Município de Vila Nova de Famalicão, acusando a autarquia de desenhar um concurso público de 210 mil euros para aquisição de serviços de difusão publicitária com critérios que favorecem um operador de rádio local em detrimento de outro. A empresa alega que a exigência de jornal impresso como critério eliminatório no lote audiovisual cria um "monopólio de facto", excluindo a Fama Rádio e a Famatv, que não possuem edição impressa há cerca de seis meses. A Editave fala num "bloqueio de mercado em dois tempos": primeiro, a autarquia terá criado um boletim municipal impresso que prejudicou a viabilidade comercial dos jornais independentes, e depois utiliza essa ausência como pretexto legal para excluir esses media do concurso. A empresa pediu à ERC intervenção urgente e solicitou ao júri do concurso a alteração das regras, invocando violação de princípios do Código dos Contratos Públicos, incluindo a neutralidade tecnológica.

Jornal Opinião Pública (Vila Nova de Famalicão)04/09/26, 20:43
Política

Carneiro volta a acusar Governo de “ganhar dinheiro” com aumento dos combustíveis

O líder do PS, José Luís Carneiro, voltou a acusar o Governo de "ganhar dinheiro" com o aumento dos combustíveis, revelando ter entregado no Parlamento uma proposta de redução do IVA para combustíveis e alimentos essenciais — já pela terceira vez, chumbada pela AD, IL e Chega. Carneiro adiantou que o Executivo lucra nove cêntimos por litro de gasóleo e seis por litro de gasolina, tendo acumulado 1.048 milhões de euros em impostos sobre combustíveis entre 2024 e 2025, e mais 1.070 milhões em receita adicional de IVA due à inflação. O PCP, através de Paulo Raimundo, considerou insuficiente o reforço do desconto nos combustíveis anunciado pelo Governo, acusando-o de não atacar os lucros das grandes empresas como a Galp e a EDP.

Eco04/09/26, 20:41