O Governo português acusou o partido Chega de promover uma "coreografia política" em relação à moção de censura que entregou no Parlamento. A posição do executivo surge como resposta à iniciativa do partido de extrema-direita.
O primeiro-ministro revelou que só voltará a falar sobre o assunto na terça-feira, adoptando assim uma postura de afastamento em relação à moção apresentada pelo Chega. Esta decisão de não comentar previamente indica uma estratégia do executivo para não dar maior visibilidade ao processo.
O Presidente da República vai acompanhar a discussão e votação da moção de censura durante o período de férias. Esta informação revela que o Chefe de Estado pretende estar informado sobre os desenvolvimentos políticos, mesmo durante a sua pausa.
A moção de censura entregue pelo Chega representa um momento de confronto político no Parlamento, com o Governo a minimizar a iniciativa classificando-a como uma manobra de natureza mais teatral do que substantiva.




