O primeiro-ministro Luís Montenegro considerou esta quinta-feira que a moção de censura apresentada pelo Chega não faz sentido, sublinhando que não existe nenhuma razão que justifique interromper o trabalho do Governo. As declarações foram feitas a partir de São Tomé e Príncipe, onde Montenegro se encontrava em visita oficial.
A moção de censura do Chega surge no contexto das polémicas que envolvem o ministro da Administração Interna. O partido de direita radical decidiu avançar com esta iniciativa parlamentar contra o Executivo.
Montenegro acusou a oposição de jogo político e partidário, defendendo que as forças oposicionistas seriam mais capazes de se apresentarem como alternativas ao Governo se mostrassem sentido de responsabilidade. Ninguém quer, segundo o primeiro-ministro, ser governado por forças que não demonstrem responsabilidade e sentido de Estado.




