Moção condenada à partida, mas Chega volta a pista própriaFoto de Sergio Benavides no Pexels
Política

Moção condenada à partida, mas Chega volta a pista própria

Observador28 de agosto de 2026 às 17:55

O líder do Chega, André Ventura, ameaçou censurar o Governo caso o primeiro-ministro, Luís Montenegro, não demita o ministro da Administração Interna. Esta ameaça surge como resposta a alguma situação não especificada no artigo relacionada com este ministro.

No PSD, a iniciativa do Chega é desvalorizada pelos sociais-democratas, que não consideram a moção de censura uma ameaça grave ao executivo. O partido minoritário no Governo não dá importância significativa a esta manobra política.

O Partido Socialista anunciou que não votará a favor da moção de censura apresentada pelo Chega. Esta posição reduz as possibilidades de a moção ter sucesso, já que sem o apoio do PS, o Chega não dispõe dos votos necessários para derrubar o Governo.

No entanto, esta iniciativa do Chega servirá como palco político para o partido de extrema-direita, permitindo-lhe ganhar visibilidade mediática e debater publicamente as suas posições, independentemente do resultado da votação.

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