Adalberto Campos Fernandes criticou a postura do partido Chega, afirmando que este "não consegue fugir" da sua imagem de provocação, comentando que "sempre que há uma festa, tem de haver foguetes". A crítica surgiu no final do debate da moção de censura.
O comentador também atacou a falta de preparação dos deputados que interrogaram o ministro Luís Neves durante a audição desta terça-feira. Adalberto Campos Fernandes considerou que a maioria dos parlamentares demonstrou pouca preparação para o debate.
Rui Rocha foi a exceção destacada por Adalberto Campos Fernandes, sendo o único inúmeres que interpelou o ministro Luís Neves e que recebeu elogios pela sua preparação e desempenho na audição.




