A pressão da sociedade e de diversos grupos aumenta a tensão no auge da crise no Supremo Tribunal Federal para que Fachin, presidente da Corte, tome uma decisão sobre os recentes acontecimentos envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. Empresários, gestores de fundos, executivos do mercado financeiro e juristas estão preparando um manifesto sobre os fatos mais recentes que envolvem os dois ministros do STF.
O grupo marcou uma reunião virtual para o dia seguinte, com o objetivo de discutir o funcionamento e o aperfeiçoamento institucional do Judiciário. Entre os convidados para o debate estão os juristas Miguel Reale Júnior, José Eduardo Cardozo, Maria Tereza Sadek e Oscar Vilhena Vieira. Do lado empresarial, nomes como Pedro Passos, da Natura, e Josué Gomes, da Coteminas, confirmaram presença, com expectativa de reunir até 60 pessoas.
Essa mobilização ganha força após os episódios recentes envolvendo os dois ministros do STF, que não são especificados no artigo. Nos bastidores da Faria Lima, região financeira de São Paulo, executivos demonstram preocupação com o clima de insegurança institucional e evitam declarações públicas por medo de represálias.




