O partido Chega apresentou uma moção de censura ao governo de Luís Montenegro, marcando mais um momento de tensão política no cenário parlamentar português.
A moção tem reprovação garantida, uma vez que a iniciativa do Chega não deve receber apoio suficiente para a sua aprovação, previsivelmente contando apenas com os votos favoráveis do próprio partido.
Prevê-se que outros partidos aproveitem a ocasião para criticar a manutenção de Luís Neves no cargo de ministro, questionando a continuidade do membro do Executivo.
Esta moção representa a terceira vez que Luís Montenegro enfrenta uma moção de censura aos seus governos, demonstrando um contexto de instabilidade política contínua ao longo do seu mandato.



