O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, utilizou um relatório de inteligência produzido pela Polícia Federal como uma das justificativas para afastar Andrei Rodrigues do comando da PF. O documento listava uma série de questionamentos à atuação de Mendonça e do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, mas fazia ressalvas sobre suas próprias conclusões, classificando as informações como de baixa ou moderada confiança.
Foco da decisão de Mendonça, relatório da PF fazia análises de cenário sobre ministro, AGU e admitia que não tinha 'valor probatório'
oglobo8 de setembro de 2026 às 14:24
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