Helena Freitas assina um artigo de opinião sobre a legibilidade urbana da cidade de Coimbra. O título, "Uma cidade que se deixa ler", sugere uma reflexão sobre como a organização espacial da cidade deveria permitir aos visitantes e residentes orientarem-se de forma intuitiva.
O artigo centra-se na estação de Coimbra B como ponto de partida. A autora defende que quem chega a esta estação deveria conseguir perceber quase automaticamente como chegar a destinos importantes da cidade.
Entre esses destinos mencionados estão a Universidade de Coimbra, os Hospitais, a Baixa (centro histórico), o Portugal dos Pequenitos, o Convento de São Francisco e as margens do rio Mondego. Todos esses pontos são referidos como referências que deveriam ser facilmente identificáveis a partir da estação.
O texto surge na seção de opinião, indicando que Helena Freitas compartilha uma perspectiva pessoal sobre a forma como Coimbra está desenhada e sobre a experiência de quem chega à cidade pela via ferroviária.




