Existe o risco de um ajuste negativo sem precedentes no Tempo Universal Coordenado, e há um plano para permitir que este desvie até uma hora. A perspetiva de um segundo intercalar negativo, aliada a décadas de frustração com os segundos intercalares em geral, parece estar prestes a levar os responsáveis mundiais pela medição do tempo a adiar o problema.
No próximo mês, a Conferência Geral de Pesos e Medidas deverá votar o que é, na prática, o fim dos segundos intercalares, segundo o The Register. O sistema tem os dias contados e deveria chegar ao fim em 2035.
Um projeto de resolução tornaria permanente o desvio entre o Tempo Atómico Internacional e o Tempo Universal Coordenado, eliminando gradualmente a necessidade de ajustes de segundos intercalares que têm causado problemas em sistemas informáticos e tecnológicas em todo o mundo.




