Num contexto empresarial marcado pela incerteza, pela velocidade da mudança e pela crescente complexidade das relações humanas, os modelos tradicionais de liderança revelam-se frequentemente insuficientes. Esta situação cria um cenário desafiante para as organizações e seus líderes.
Neste ambiente, emerge com particular relevância uma competência que, durante muito tempo, foi considerada secundária no mundo dos negócios: a compaixão. O artigo sugere que esta qualidade, tipicamente ignorada no ambiente corporativo, pode ser essencial para uma liderança mais eficaz.
A compaixão na liderança surge como uma forma de humanizar a forma como os líderes interagem com as suas equipas e tomam decisões. O artigo argumenta que esta competência pode responder melhor aos desafios atuais do que os modelos tradicionais de liderança.



