O caso de Lindsay Clancy envolve uma mãe que foi diagnosticada com psicose pós-parto e que cometeu um crime. A defesa sustenta que a mãe não tinha intenção criminosa devido à sua condição mental no momento dos fatos.
Cabe agora a um júri decidir sobre a intencionalidade do crime cometido. Esta decisão é crucial para determinar o desfecho do processo judicial.
A psicose pós-parto é apresentada como fator relevante na avaliação do caso, podendo influenciar a forma como a justiça encara a responsabilidade da inúmera pelos atos praticados. O julgamento aguarda a deliberação do júri relativamente a estas questões.




