A nova Rua da Sofia em Coimbra vai surgir em 10 de setembro e traz outra mobilidade na cidadeFoto de Vadym Alyekseyenko no Pexels
Política
Транспорт
Инвестиции
Coimbra

A nova Rua da Sofia em Coimbra vai surgir em 10 de setembro e traz outra mobilidade na cidade

Campeão das Províncias4 de setembro de 2026 às 16:06

A Câmara de Coimbra apresentou a campanha "E agora, como vou?" para explicar as alterações significativas na mobilidade da cidade, que entram em funcionamento no dia 10 de setembro. A campanha inclui informações no site da Câmara e folhetos explicativos, permitindo aos cidadãos entenderem e ajustarem os seus deslocamentos na Baixa da cidade.

As alterações incluem a expansão do sistema de Metrobus, que passa a ligar Coimbra-B e a Praça da República, e a transformação da Rua da Sofia, que deixa de permitir a circulação de automóveis em geral, uma situação prevista há 15 anos. A rua mantém-se acessível para moradores, cargas e descargas, serviços essenciais e veículos de emergência, sendo dedicada prioritariamente ao transporte público.

A reestruturação afeta várias linhas dos SMTUC, com as linhas 4, 7, 10 e 103 fazendo interface com o Metrobus na Praça da República, e as linhas 25, 25T, 30 e 30T terminando no Arnado. Estão criadas novas paradas na Avenida D. Sesnandes Davides, junto à Loja do Cidadão, e nas ruas Antero de Quental e Guerra Junqueiro. Com a expansão, o Metrobus aumenta de 291 para 452 circulações diárias.

A presidente da Câmara, Ana Abrunhosa, salientou que as mudanças visam conectar várias peças do sistema de transportes, promovendo a intermodalidade. A partir de 1 de outubro, o passe intermodal MOVE-C permitirá utilizar SMTUC, Metrobus, trens da CP e em breve bicicletas compartilhadas. Até o final de setembro, os usuários de passes dos SMTUC podem circular no Metrobus sem custos adicionais. A Câmara refere um investimento de 200 milhões de euros no Metrobus, com o objetivo de abrir a Baixa da cidade às pessoas, ao comércio e ao lazer.

Notícias relacionadas

Política

Municípios portugueses exigem contrapartidas justas pela energia renovável

Os municípios portugueses, reunidos na Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) em Coimbra, exigiram contrapartidas justas para os territórios que acolhem infraestruturas de energia renovável essenciais para a transição energética. A Seção de Municípios para as Energias Renováveis da ANMP aprovou por unanimidade várias posições sobre esta matéria, defendendo que os municípios que acolhem esses projetos devem receber benefícios proporcionais ao impacto territorial e ambiental que suportam.

Notícias Lx05/09/26, 08:43
Política

O Alto Minho e sua localização transfronteiriça

A deputação Marina Gonçalves escreve sobre a localização transfronteiriça do Alto Minho e sua ligação histórica com a Galícia, defendendo que a região funciona cada vez mais como um território único, mas continua a mostrar modelos de governança separados. Aponta fragilidades em áreas como mobilidade, saúde, emprego e desenvolvimento econômico, pedindo uma maior cooperação nas infraestruturas ferroviárias (como a Alta Velocidade), articulação de serviços públicos, políticas fiscais e sociais semelhantes entre os dois países, e ao reforço da união geográfica e institucional promovida pelo Rio Minho. Conclui que a cooperação atual não é suficiente e que é necessário quebrar as barreiras administrativas existentes.

Alto Minho05/09/26, 08:42
Delcy Rodríguez alega sabotagem ao sistema elétrico após acordos petrolíferos
Política

Delcy Rodríguez alega sabotagem ao sistema elétrico após acordos petrolíferos

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, alegou sabotagem ao sistema elétrico do país após acordos petrolíferos assinados com os Estados Unidos, que permitirão o controlo de 20% das reservas de petróleo venezuelano. A situação gerou protestos internos contra os termos do acordo, que critics consideram lesivos para a soberania energética da Venezuela.

Sábado05/09/26, 08:40
Puigdemont afronta con perfil bajo un curso político decisivo a la espera de si puede regresar a Cataluña
Política

Puigdemont enfrenta com perfil baixo um outono político decisivo à espera de poder regressar à Cataluña

Carles Puigdemont enfrenta um outono com perfil público ainda mais baixo do que nos últimos meses, à espera de saber se a lei de anistia lhe será aplicada e se poderá regressar finalmente à Cataluña. Um membro da direção do Junts explica que o expresident não fará nenhum movimento relevante até conhecer a decisão sobre a anistia. A última aparição pública de Puigdemont foi em janeiro em Perpinyà, e desde então apenas se pronunciou através das redes sociais, não sempre sobre questões de estrita atualidade política. Fontes do partido indicam que Puigdemont não quer que a sua situação pessoal seja "manuseada".

El Periódico Mediterráneo - General05/09/26, 08:23