Um rim de porco geneticamente modificado permitiu a um homem ficar nove meses sem necessidade de diálise, estabelecendo um novo recorde. Este período representa a utilização mais prolongada de um órgão animal que manteve um ser humano vivo sem recurso a tratamento de substituição renal.
O rim de porco foi utilizado como "ponte" para um transplante humano, tratando-se da primeira vez que um órgão animal foi usado com sucesso nesta função. O objetivo era manter o paciente estável até que um rim humano adequado estivesse disponível para transplante.
O órgão provinha de um porco geneticamente modificado, o que permitiu reduzir o risco de rejeição pelo sistema imunitário humano. Esta abordagem representa um avanço significativo no desenvolvimento de alternativas aos transplantes humanos tradicionais.




