Agente da PSP de Ponte de Lima doa espólio da Guarda Florestal ao Museu da GNRFoto de Egor Kunovsky no Pexels
MundoViana do CasteloGuarda

Agente da PSP de Ponte de Lima doa espólio da Guarda Florestal ao Museu da GNR

Alto Minho3 de setembro de 2026 às 09:55

Bruno Miguel Palhares Morais, Agente Principal da PSP em Ponte de Lima, doou um espólio relacionado à Guarda Florestal ao Museu da Guarda Nacional Republicana (GNR). A doação foi realizada em conjunto com seu pai, Joaquim Alberto Sousa Morais, Mestre Florestal aposentado, e foi oficializada no dia 28 de agosto no Comando Territorial de Viana do Castelo.

Este gesto dá continuidade a uma colaboração de cerca de 15 anos entre Bruno Morais e a Divisão de História e Cultura da GNR, por meio da qual o agente da PSP tem contribuído regularmente para o enriquecimento do acervo histórico da instituição.

Entre o espólio cedido, destacam-se peças de uniformes, distintivos e fotografias, elementos que ajudam a preservar e a dar a conhecer a história e o trabalho desenvolvido pelos Guardas Florestais. Parte desse patrimônio pode ser apreciada no Museu da GNR, integrada na exposição temporária "O SEPNA, os Guardas Florestais e o GIPS, 20 anos depois".

A GNR destaca o "espírito contínuo de ajuda e cooperação" da família Morais, considerando a contribuição particularmente relevante para a preservação de um patrimônio do qual a Guarda Nacional Republicana é fiel depositária.

Notícias relacionadas

Mundo

Cinco anos depois de Cabul, o Afeganistão continua à espera

Cinco anos após a tomada de Cabul pelos talibãs em agosto de 2021, o Afeganistão permanece em grande parte ausente do escrutínio internacional, apesar das consequências profundas da retirada ocidental. O país continua a ser o único onde mulheres e raparigas estão excluídas do ensino, com 2,4 milhões impedidas de estudar, e enfrenta uma crise humanitária com mais de 22 milhões de pessoas necessitando de assistência. O artigo argumenta que a intervenção militar do Ocidente falhou não apenas na sua execução, mas na construção de instituições que pudessem sobreviver à sua partida, e que a responsabilidade ocidental não terminou com a retirada das tropas. Defende um envolvimento diplomático sem legitimação do regime talibã, apoio humanitário e à sociedade civil, garantindo oportunidades educativas para raparigas, enquanto reconhece que o futuro do Afeganistão deve ser decidido pelos próprios afegãos.

Jornal Económico04/09/26, 00:13
Mundo

Cuidar da saúde ou cuidarem-nos da saúde? Eis a questão

Um artigo de opinião analisa os desafios do sistema de saúde em Portugal, questionando se o problema se resume à falta de médicos. O texto argumenta que tanto o setor público quanto o privado enfrentam dificuldades crescentes de acesso, e sugere que parte do problema reside na organização dos recursos, na burocracia excessiva e no comportamento dos usuários, que tendem a utilizar os serviços de saúde de forma mais frequente mesmo quando não é necessário. O autor defende que são necessárias melhor gestão, maior letramento em saúde, processos mais eficientes e maior responsabilidade individual para enfrentar a pressão crescente sobre o sistema.

Jornal Económico04/09/26, 00:11
Mundo

Mais crianças do que mulheres em casas-abrigo

Pela primeira vez em Portugal, o número de crianças acolhidas em casas-abrigo devido a situações de violência doméstica ultrapassou o número de mulheres, tornando-se a maior fatia de vítimas atendidas nestes equipamentos. Este dado representa uma mudança significativa no perfil das vítimas de violência doméstica e levanta questões sobre o impacto da violência familiar nas crianças e a eficácia dos mecanismos de proteção e identificação precoce destes casos.

Observador04/09/26, 00:10
Mundo

«Na Jornada Mundial da Juventude queríamos sentar à mesa responsáveis ukrainianos e russos»: Cardeal D. Américo Aguiar

O Cardeal D. Américo Aguiar analisou o conflito na Ucrânia e os bombardeamentos contínuos a civis em Kiev, manifestando preocupação com a "normalização da guerra" e o impacto do ódio em futuras gerações. O Cardeal lembrou que durante a Jornada Mundial da Juventude quiseram sentar à mesa responsáveis ukrainianos e russos para promover o diálogo e a paz.

Now04/09/26, 00:04