O artigo defende que o ministro Alexandre de Moraes deve se afastar do Supremo Tribunal Federal enquanto as investigações sobre ele estiverem em andamento. O autor argumenta que seria uma vergonha se o STF mais uma vez tentasse proteger um de seus membros diante das evidências apresentadas, incluindo conversas reveladas sobre negócios, empréstimos de avião e outras questões.
A crítica também é direcionada ao Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, cujos comentários perguntando sobre charuto e whisky Macallan são considerados absurdos pelo autor. Além disso, Gonet teria pedido para que seu filho recebesse tratamento preferencial por parte de um banqueiro.
O texto expressa descrença de que o STF seja capaz de tomar medidas enérgicas contra um de seus próprios membros. O autor afirma que ninguém acredita mais que a corte possa "cortar na própria pele", fazer uma autocrítica ou punir quem merece.
Por fim, o artigo critica o presidente do STF, Edson Fachin, que divulgaria a ideia de um código de ética, mas teria emitido apenas uma nota bem escrita, mas que no fundo não afirma nada concreto sobre o caso.




