O Bloco de Esquerda e o Livre criticaram a moção de censura apresentada pelo Chega. José Manuel Pureza, coordenador do Bloco de Esquerda, considerou a posição de Luís Neves "cada vez mais insustentável", mas esclareceu que a moção de censura anunciada por Ventura não está relacionada com essa questão.
Isabel Mendes Lopes, deputados e co-porta-voz do Livre, afirmou que o Chega não está a respeitar o "tempo do Parlamento" com esta moção de censura. Esta posição surgiu no contexto de um debate político mais amplo sobre a conduta e as posições dos diferentes partidos.




