Os comunistas do PCP criticaram o partido Chega e recusaram alinhar com a direita nas votações. O PCP acusou o Chega de "disfarçar" a sua convergência com o Governo PSD/CDS-PP, sugerindo que o partido de André Ventura mascara uma aliança com o executivo.
Relativamente ao sentido de voto, o PCP não fechou a porta à abstenção, mas afastou categoricamente a possibilidade de votar a favor. Esta posição reflete a estratégia do partido de manter distância tanto do Chega como do Governo.
A reserva de sentido de voto por parte do PCP surge no contexto de uma moção de censura, embora os detalhes específicos sobre o que está a ser censurado não sejam mencionados no artigo. O partido comunistas procura assim demarcar-se claramente das duas forças políticas que dominam o espectro da direita portuguesa.




