PSD critica moção de censura apresentada pelo Chega: "O propósito é completamente incompreensível"Foto de Kelson Martins no Pexels
Política

PSD critica moção de censura apresentada pelo Chega: "O propósito é completamente incompreensível"

CNN Portugal2 de setembro de 2026 às 19:20

O PSD criticou a moção de censura apresentada pelo Chega ao Governo, considerando que o propósito da iniciativa é "completamente incompreensível". A posição foi expressa por António Rodrigues, deputador do PSD, que analisou a moção apresentada pelo partido de extrema-direita.

A moção de censura prende-se com as polémicas em torno do ministro Luís Neves, que integram o executivo. O Chega decidiu avançar com esta iniciativa parlamentar contra o Governo, motivada pelas controvérsias envolvendo o membro do executivo.

António Rodrigues, em nome do PSD, manifestou a sua discordância face à moção apresentada pelo Chega, questionando a motivação política por trás desta ação. O PSD posicionou-se assim contra a iniciativa do partido de direita radical.

A moção de censura é um instrumento parlamentar que permite à oposição manifestar a sua discordância com a atuação do Governo, mas o PSD considerou que, neste caso, a sua apresentação pelo Chega não tem justificação clara.

Notícias relacionadas

Política

Aguiar-Branco convoca conferência de líderes extraordinária para quinta-feira para decidir data da moção de censura do Chega

O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, convocou uma conferência de líderes extraordinária para quinta-feira para decidir a data do debate e votação da moção de censura que o Chega entregou ao Governo. A moção, intitulada "Pelo fim de um Governo sem autoridade política, incapaz de assumir responsabilidades e de garantir confiança nas instituições", foi apresentada pelo partido durante o período de interrupção dos trabalhos parlamentares. Aguiar-Branco salientou que a decisão sobre a data é necessária porque o parlamento só retoma em pleno a 15 de setembro. O líder do Chega, André Ventura, justificou a moção como uma censura ao primeiro-minstro e ao Governo pela manutenção de Luís Neves como ministro da Administração Interna. Segundo o Regimento, o debate inicia-se no terceiro dia parlamentar subsequente à apresentação da moção.

Jornal Económico02/09/26, 20:07
Política

Gobierno español en crisis con versiones contradictorias sobre el papel de Marruecos en Ceuta

La crisis política en España se profundizó tras la difusión de un informe confidencial que accusationa a fuerzas marroquíes de ayudar a empujar a migrantes a través de la frontera de Ceuta, cogiendo al gobierno por sorpresa. Madrid niega haber ignorado alertas sobre una violación inminente de la frontera, mientras circulan versiones contradictorias sobre el papel de Marruecos en el incidente que provocó una crisis diplomática entre los dos países.

Euronews Portugal02/09/26, 20:06
El informe policial sobre el papel de Rabat en el asalto a Ceuta sacude a Sánchez antes de ir al Congreso
Política

O relatório policial sobre o papel de Rabat no assalto a Ceuta abala Sánchez antes de ir ao Congresso

O relatório policial sobre o papel de Rabat no assalto a Ceuta abalou Sánchez antes da sua comparência no Congresso. O documento enviado à Audiência Nacional supostamente indica a participação de gendarmas marroquinos no massive assalto à fronteira, o que contradiz a versão mantida pelo governo espanhol. Estas revelações, questionadas pelo diretor geral da Polícia, Francisco Pardo, surgem um dia antes da comparência de Pedro Sánchez no Congresso, onde a oposição e os parceiros governamentais já criticavam a sua complacência com Marrocos.

El Periódico Mediterráneo - General02/09/26, 20:05
Política

Sebastião Bugalho não percebe moção de censura e pergunta o que falta Luís Neves responder

Em entrevista à RTP, o porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, declarou não compreender a moção de censura apresentada pelo Chega ao Governo, considerando-a "uma derrota parliamentary pré-anunciada" para o partido de André Ventura. Bugalho questionou ainda o que falta ao ministro da Administração Interna, Luís Neves, responder, num momento de crescente pressão política sobre o Executivo.

RTP Notícias02/09/26, 20:00