Feijóo, líder do Partido Popular, criticou duramente o governo espanhol pela gestão da crise em Ceuta, acusando-o de ter conhecimento prévio dos acontecimentos e de ter tentado ocultá-los. O PP expressou formalmente seu protesto contra a forma como o Executivo lidou com a situação.
O ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, teve de solicitar ao diretor geral da Polícia, Francisco Pardo, que prestasse contas sobre o conteúdo de um relatório elaborado pelo Centro Nacional de Imigração e Fronteiras (CENIF).
Segundo a notícia, esse relatório teria sido enviado à Audiência Nacional e atribuiria às Forças e Corpos de Segurança do Marrocos a responsabilidade pela invasão massiva à fronteira de Ceuta, que ocorreu nos dias 30 e 31 de julho.




