Um mês após a crise em Ceuta, centenas de manifestações continuam a decorrer enquanto a cidade espanhola no norte de África ainda não conseguiu recuperar a normalidade.
A oposição política responsabiliza o Governo pela forma como lidou com a situação, enquanto o próprio Executivo aponta o dedo à Rússia como responsável pelos acontecimentos.
Por sua vez, as forças policiais envolvidas na gestão da crise atribuem a responsabilidade a Marrocos, que permitiu a entrada massiva de migrantes na cidade.
Ceuta permanece numa situação de instabilidade, com os diferentes atores a tentarem atribuir culpas enquanto a população local continua a enfrentar as consequências do que aconteceu há um mês.




