Isabel Mendes Lopes comentou o lançamento de um livro sobre uma moção de censura, considerando-o "mais um episódio de folclore" que "desrespeita o tempo" da Assembleia da República. A intervenção surge no contexto de críticas à estratégia do partido Chega.
A comentadora acusou o Chega de "cavalgar sempre a maior polémica" com o objetivo de "ocupar todo o espaço mediático". Segundo Mendes Lopes, esta estratégia impede que se debatam outros temas que "verdadeiramente preocupam o país".
A crítica de Mendes Lopes surge no âmbito de um debate mais amplo sobre as práticas políticas do partido Chega e a sua abordagem à comunicação social e ao funcionamento institucional.



