Registro de marca no INPI: como funciona, quanto custa e o que muda em 2026Foto de Mario Luis Buonfiglio no Pexels
NegóciosCoimbra

Registro de marca no INPI: como funciona, quanto custa e o que muda em 2026

oglobo2 de setembro de 2026 às 16:02

A marca costuma ser o ativo mais valioso e o menos protegido de um negócio brasileiro. Empresários investem anos construindo reputação em torno de um nome, imprimem embalagens, registram domínios, abrem perfis em redes sociais e só descobrem que aquele nome pertence juridicamente a outra pessoa quando recebem uma notificação extrajudicial ou quando plataformas de e-commerce derrubam seus anúncios.

No Brasil, quem confere exclusividade sobre um nome comercial não é a Junta Comercial, não é o registro de domínio e não é o tempo de uso no mercado. Essa função é exercida pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), autarquia federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que atua com base na Lei da Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/1996).

Segundo André de Almeida, sócio e consultor em propriedade intelectual da Almeida & Barbosa, o erro mais comum não é o empresário registrar de forma errada, mas sim acreditar que já registrou sua marca quando, na verdade, não o fez. O artigo também aborda como funciona o processo de registro, os custos envolvidos e as mudanças previstas para 2026.

Notícias relacionadas

Negócios

CTT detêm 3,03% do capital em ações próprias

Os CTT anunciaram a compra de mais 25 mil ações próprias, entre 27 de agosto

Jornal Económico02/09/26, 21:39
Negócios

Português João Brígido nomeado para liderar a maior fábrica do mundo da Philip Morris International

João Brígido, até agora diretor da fábrica da Tabaqueira em Portugal, foi nomeado para liderar a unidade industrial da Philip Morris International em Crespellano, Bolonha, Itália, considerada a maior fábrica do grupo multinacional em todo o mundo. Formado em Engenharia Elétrica pela ESTS, Brígido iniciou sua carreira na PMI em Portugal em 1999 e, ao longo de mais de duas décadas, desempenhou funções de diretor de Operações na Coreia do Sul, no Brasil e nas Filipinas, tendo também liderado a fábrica em Otopeni, Romênia. A unidade de Crespellano, inaugurada em 2016, foi a primeira do grupo dedicada à produção em grande escala de produtos de tabaco aquecido e abriga o maior Centro de Excelência Industrial da PMI. Brígido afirma que leva consigo a experiência de uma operação altamente competitiva e focada no rigor e nas pessoas.

Jornal Económico02/09/26, 21:37
Negócios

Um terço de metrô, dois terços de metrobus: ligar Trofa à Maia deve levar dois anos e meio

Mais de duas décadas depois de ter sido prometido, entrou em fase de consulta pública o projeto que visa ligar os municípios da Trofa e da Maia, através de um sistema híbrido de metrô e metrobus ao longo de cerca de um quilômetro. A obra, com um prazo estimado de dois anos e meio, prevê a criação de vagas de estacionamento e a recuperação de antigos edifícios ferroviários da região.

Público02/09/26, 21:23
Negócios

Banco de Portugal confirma: prazo para pedir reembolso de um débito direto é de 8 semanas, mas nestas situações pode chegar a 13 meses

O Banco de Portugal confirmou que, embora o prazo geral para pedir o reembolso de um débito direto seja de oito semanas, os consumidores e microempresas dispõem de até 13 meses para solicitar a retificação quando a cobrança não foi autorizada ou foi incorretamente executada. O BdP esclarece que esse prazo máximo não é uma autorização para adiar a comunicação, que deve ser feita assim que o cliente tome conhecimento da situação, e que cabe ao banco provar a existência de autorização. Em caso de operação não autorizada, o banco deve reembolsar imediatamente ou até o final do primeiro dia útil seguinte. O artigo detalha ainda os procedimentos a seguir diante de cobranças desconhecidas, lembrando que o reembolso não elimina uma eventual dívida contratual válida.

Postal do Algarve02/09/26, 21:23