O número de cientistas chineses que retornam do exterior aumentou mais de 40 vezes em menos de duas décadas, representando um fenômeno significativo de retorno de talento qualificado para a China.
Esse fluxo migratório inverso está contribuindo de forma crescente para a presença da China na pesquisa científica de elite em nível mundial.
O fenômeno foi documentado e analisado em um estudo recentemente publicado pela Universidade de Stanford, que acompanhou a evolução dessa tendência ao longo de quase 20 anos.




