O artigo menciona ironicamente os chamados "gangues" do Rolex, do Bloco e da Festa do Avante, numa referência a diferentes grupos políticos ou sociais em Portugal. O texto sugere que o país é apresentado como muito seguro por parte de "Neves", mas que na realidade existem problemas sérios.
O autor refere-se a relógios tirados dos pulsos das pessoas, AIMIs removidos das carteiras dos cidadãos e à existência de terroristas a provocar alarme. O termo "AIMIs" refere-se provavelmente a instrumentos financeiros ou fiscais.
O texto parece ser uma crítica política ou sátira direcionada a Passos Coelho ou outro político com o apelido Neves, questionando a segurança que este alega existir no país.
A referência final ao "Gangue do Rolex" poder tornar-se no "Gangue do Timex" é uma piada que sugere que, com o tempo, a situação pode piorar e os bens de luxo poderão dar lugar a algo mais modesto.




