O governo português anunciou que a Comissão Europeia apoia a participação pública na REN (Redes Energéticas Nacionais), considerando que esta medida traz maior segurança. Esta posição de Bruxelas surge no contexto de uma estratégia de reforço da presença do Estado no setor de energia.
O Executivo ainda não revelou detalhes sobre o preço final da operação de aquisição dos 13,7% da REN. Esta falta de informação sobre o custo concreto da transação tem sido apontada como uma das principais lacunas na comunicação do governo sobre o processo.
Os mecanismos de financiamento da aquisição também não foram explicados de forma concreta pelo Executivo. Ainda não é conhecido como o Estado pretende financiar esta operação nem quais as fontes de recursos que serão utilizadas.
Além disso, o governo não especificou de que forma os 13,7% serão utilizados para influenciar a estratégia da REN. Assim, fica por esclarecer qual o impacto efetivo desta participação pública nas decisões da empresa e na orientação futura da infraestrutura energética nacional.




